Como grandes animações manipulam as nóssas emoções e falando sobre pessoas

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Steven singing
Trecho desse video

Em bréve um post bem elaborado, explicando sobre o que poucos sabem sobre uma grande óbra do audiovisual. Enquanto isso, eu irei distrair vocês com algo que quem acompanha o Suíte dos Nerds gosta. – Julgando pelos gráficos do Google Analytics. – Aquele textão filosófico!

Eu amo vocês, galéra!=) E amaria mais se compartilhassem!

É cláro que isso não é uma régra absoluta. – Afinal, não existem régras e conhecimento absoluto. – Não vamos nos esquecer da galéra, tal qual a nóta musical favorita é a Mi. Por algum motivo, para essas pessoas, quem pensa diferente do que estão hábituado a pensar, são “retardados mentais”.

Seja uma animação quase inteira com esse artifício, ou até mesmo uma cheia de enígmas compléxos – que atraem nerdovsks que góstam de brincar de detetives – que apenas insérem esse artifício, para lembrar qual é um dos principais fatores que tornaram a nóssa espécie mais “sociável”.

Dipper cobrindo o machucado da Mabel com uma bandagem

Essa é uma tática muito usada. Eu já comentei sobre isso inúmeras vezes. Principalmente, se tratando de uma produção “disneyniana”. A Disney é campeã em “manipular” as emoções das pessoas. E geralmente, fazendo-as escorrer uma lágrima nos rostos das pessoas extremamente emotivas e causando “sensações” em pessoas não tão emotivas.

A Cartoon Network aprendeu com a já citada Disney e passou a abusar desse artifício em algumas de suas produções. – Más, sem perder aquéla “essencia” Hanna Barbera, com um pouco de “insanidade” em sua programação. – Quem conhéce Steven Universe e Adventure Time sabe bem do que eu falo. E tem um artifício emocional que essas produtoras estão usando até “desidratar”. Situações que fazem outras pesoas chorarem.

Seja de tristeza ou de felicidade. Os números estampados na nossa cara não mentem. Assim como muita gente chorou com a mórte do Mufasa em The Lion King, com o videotype da Rose Quartz em Steven Universe e divérsas outras situações que fazem você, criança com mais de 20 anos que ainda brinca de macho-alfa, escorrer o que ainda tem gente que chama de “suór masculino (isso é além de primitivo)” pelo seu rosto deformado, devido ao fato de tentar ficar imitando as expressões faciais dos “brucutus” dos filmes de ação.

Eu não vou dizer que me emociono fácil. E isso não é uma carácteristica que tórna alguém pior ou melhór. Eu só acho um erro definir a personalidade pelo que você tem no meio das pérnas.

Há tempos que eu não sou acido aqui. Curtiram? Comentem a sua opinião.